sábado, 1 de dezembro de 2012

Scolari afirma que grupo difícil é "ótimo" para o Brasil


Novo treinador da Seleção ainda disse que trabalhará junto com a comissão técnica para reaproximar o torcedor da equipe canarinha

Luiz Felipe Scolari - Brazil
Rafael Ribeiro/CBF

O Brasil está no grupo mais difícil da Copa das Confederações de 2013, ao lado de Japão, México e Itália. Ruim? Não para Luiz Felipe Scolari. Em entrevista coletiva realizada neste sábado, em São Paulo, o treinador disse que é bom a Seleção Brasileira enfrentar adversários fortes para testar a qualidade de sua equipe.
- A expectativa de todos nós brasileiros é que a gente tenha uma equipe pronta e com qualidade. Que possa ser não um laboratório, mas uma observação final. É importante e ótimo que Japão, Itália e México estejam na nossa chave. Jogos que nos darão observação. O foco do brasileiro é muito maior quando enfrenta mais dificuldades. Foi ótimo o sorteio – constatou.
O novo comandante da equipe canarinha declarou que, junto com a comissão técnica, trabalhará para tentar reaproximar o torcedor da Seleção Brasileira.
- O resgate popular é uma situação que nós, neste momento, vamos trabalhar junto com a comissão. Fazer com que a população esteja mais envolvida, acreditando mais, presente nos estádios, até com um pouco mais de carinho. Vamos estudar para que possamos ter um ambiente de alegria para confraternizar torcida e jogadores - disse
Sobre os adversários da primeira fase, Felipão preferiu não comentar sobre cada um de forma específica.
- Neste momento não tenho como dialogar sobre equipes, jogadores e uma série de detalhes, estou no cargo há apenas quatro dias. Tanto eu quanto o Parreira não tivemos o tempo exato de trabalharmos nomes e detalhes. Portanto, a partir do sorteio e da próxima semana vamos ficar à vontade para definirmos algo e estudarmos nossos adversário – avisou.
Perguntado sobre a possibilidade de dar mais oportunidade aos jogadores mais experientes na hora de montar a base da Seleção, Felipão respondeu:
- Venho falando sobre experiência e jovialidade. Então, todos os atletas jovens e mais experientes têm chance à medida que montarmos a comissão técnica.

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