Meu espírito é tropeçar, cair, mas levantar o mais rápido possível"
André Santos
Nos tempos em que foi ídolo da Fiel e na Turquia, o relógio andou rápido no caminho até o estrelato. Desde que chegou ao Arsenal, porém, a trajetória tem sido mais tortuosa e polêmica. Enquanto busca seu espaço em campo, o brasileiro foi pego pela polícia em alta velocidade, conduzido à delegacia e perdeu o direito de dirigir no Reino Unido. Quando a poeira já estava mais baixa, foi massacrado pelos gunners ao trocar camisas com Robin van Persie, ex-ídolo e hoje "vilão" no Manchester United. Episódios conturbados, mas que André Santos garante estarem superados e com apenas uma marca: o aprendizado.
- Isso é importante. Na vida, caímos e levantamos, acertamos, erramos, ganhamos, perdemos... A vida é assim, independentemente da profissão. Sou um atleta de futebol que está aqui para acertar e errar. Errei muitas vezes. Meu espírito é tropeçar, cair, mas levantar o mais rápido possível e dar a volta por cima - disse ao GLOBOESPORTE.COM.
- Esse castigo foi até um pouco longo, né? (risos). Eu errei e assumi o erro, até por ser muito crítico. Não estava bem e joguei muito mal aquele dia. Errei, pedi desculpas ao grupo, ao Mano, mas cada um enxerga o erro de uma forma. Enxergaram pelo lado do castigo, mas também fiz coisas boas como o título da Copa das Confederações. Sigo trabalhando para que o castigo passe e eu possa voltar o mais rápido possível para defender o meu país com muito orgulho. É o que me dá força.

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